De vez em quando, somos pegos de surpresa por causa de problemas de saúde. Às vezes, precisamos fazer procedimentos cirúrgicos às pressas, porém, é possível que tenhamos mais sorte e possamos planejar esse tipo de procedimento. 

Esse último caso se refere às cirurgias eletivas, que são programadas com antecedência para que o paciente se prepare para a operação, tanto em termos financeiros quanto físicos e psicológicos. 

Neste post, você vai entender tudo que precisa saber sobre as cirurgias eletivas e os impactos que esse tipo de procedimento sofreu com a chegada da pandemia do novo coronavírus. Acompanhe!

O que é cirurgia eletiva?

As cirurgias eletivas são aquelas que podem esperar pelo menos 24h para serem feitas. Isso quer dizer que elas não têm uma grande urgência, de modo que o paciente e o médico podem marcar o dia do procedimento de acordo com a situação específica. 

Algumas cirurgias desse tipo possuem certa urgência, mas ela não justifica o envio imediato do paciente para o centro cirúrgico. Nesse caso, o médico espera até que o paciente esteja em condições clínicas para realizar o procedimento de que precisa, sendo que essa espera pode levar até cerca de 2 dias.

Como exemplos de cirurgias eletivas, podemos citar as cirurgias de doação de órgãos, cirurgias estéticas, algumas cirurgias oftalmológicas, entre muitas outras. 

Saiba mais: Cirurgia geral: quais são as áreas em que essa especialidade médica atua?

Quem define se a operação é eletiva ou não é o médico responsável pelo atendimento do paciente. Por isso, é imprescindível que o profissional seja consultado antes de esperar para fazer o procedimento.

Como funciona essa cirurgia programada?

A cirurgia eletiva, ou cirurgia programada, como também é chamada, funciona exatamente como as demais cirurgias. Sua única diferença é que ela deve ser marcada com antecedência. Normalmente, esse tipo de cirurgia não faz parte de um tratamento contínuo, de modo que, na maior parte das vezes, o paciente pode, até mesmo, optar por não fazer a operação. 

É importante sempre consultar um médico antes de tomar qualquer decisão desse tipo. Mesmo que a cirurgia não tenha urgência no momento do diagnóstico do problema, ela pode ser a única ou a melhor opção de tratamento para muitos casos, de modo que fazê-la se torna a melhor opção para se certificar de que o problema diagnosticado será resolvido.

Mudanças na realização da cirurgia eletiva

Com a pandemia do novo coronavírus, as cirurgias eletivas foram suspensas em muitos lugares. Essa orientação surgiu a partir de sociedades de medicina e de órgãos médicos, que entendem que os profissionais da saúde, bem como equipamentos, salas de cirurgias, luvas e materiais operatórios, devem ser preservados para o tratamento de pacientes diagnosticados com covid-19.

Além disso, as cirurgias que se mantiveram em ação devem passar por protocolos rígidos de testagem para covid-19. O correto é que haja uma coleta de material passível de teste na casa do paciente alguns dias antes da operação. Além disso, os pacientes que vão passar por procedimentos cirúrgicos devem ficar isolados dias antes da cirurgia para que não haja riscos para ele mesmo e para os profissionais que vão atendê-lo.

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