De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), presume-se mais de 10 mil pessoas diagnosticadas com leucemia a cada ano do triênio entre 2020 e 2022 no Brasil. Desse quantitativo, 5.920 são homens e 4.890 são mulheres. 

Sendo assim, fevereiro foi elencado como o mês de combate à leucemia, sendo denominado Fevereiro Laranja. A campanha foi sancionada em novembro de 2019 no estado de São Paulo, e objetiva conscientizar a população sobre os sintomas, a importância do diagnóstico precoce e as formas de tratamento existentes. Para saber mais sobre o assunto, continue acompanhando este artigo!

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O que é leucemia?

A leucemia é um tipo de câncer que acomete as células do sangue. Essa doença é caracterizada pela produção desordenada de leucócitos, também conhecidos como glóbulos brancos, os quais comprometem a produção e o funcionamento de outras células sanguíneas, tais como as plaquetas e hemácias. Sendo assim, essa patologia é considerada uma doença sistêmica, tendo em vista que afeta todo o organismo do indivíduo. 

Os principais sintomas da leucemia são:

  • anemia;
  • fadiga;
  • palidez;
  • falta de ar;
  • sonolência;
  • dor de cabeça.

Desse modo, ao sentir esses sintomas, é necessário procurar o médico para que ele faça o diagnóstico correto. Esse diagnóstico é realizado por meio de exames de sangue, bioquímica, coagulação, mielograma e, até mesmo, biópsia. 

Ao constatada a doença, o tratamento pode consistir em sessões de quimioterapia, radioterapia, transfusão de sangue, transplante de medula óssea e tratamento de infecções e hemorragias que possam surgir. 

Campanhas e o combate à doença

Fevereiro é o mês de conscientização e combate à leucemia, chamado de Fevereiro Laranja. Durante esse período, são realizadas campanhas para alertar a população sobre o que é a doença e quais são seus sintomas mais comuns para que as pessoas possam buscar auxílio médico precocemente, tendo em vista que, quanto antes a leucemia for descoberta, mais chances do paciente se recuperar com êxito.

No entanto, apenas essa conscientização não basta. Como pôde perceber na seção anterior, um dos tratamentos da leucemia é o transplante de medula óssea. Quando é necessária essa intervenção, é investigada a compatibilidade entre os membros da família. Porém, caso nenhum familiar possa doar a medula óssea por conta de incompatibilidade, é necessário recorrer ao banco de medula óssea, o qual é elaborado por meio de doações voluntárias.

Dessa forma, o Fevereiro Amarelo também serve para conscientizar a população sobre a necessidade de realizar a doação de medula óssea para auxiliar outras pessoas a concluírem todo o seu tratamento e manterem as suas vidas.

Como realizar a doação de medula óssea?

Para contribuir com o Fevereiro Laranja e ser um doador de medula óssea, basta procurar o hemocentro de sua cidade. Além disso, é necessário ser maior de 18 anos e possuir menos de 55 anos, apresentando boas condições de saúde. 

Antes do procedimento de doação de medula óssea, o doador passa por uma série de exames para atestar a sua saúde. A doação pode ser realizada de duas formas: por pulsão ou por aférese. A primeira consiste na retirada da medula óssea do osso da bacia e, na segunda, o doador recebe uma medicação que estimula a produção de células sadias. Posteriormente, basta realizar a doação de sangue. 

Campanhas e o combate à doença

O Clude é uma alternativa para quem não tem plano de saúde que possibilita a realização de consultas médicas com agilidade. Diversas doenças devem ser diagnosticadas precocemente para que não evoluam para casos mais graves, como é o caso da leucemia. 

Sendo assim, se você procura consultas com médico sem fila, entre em contato com o Clude e assine o programa completo de saúde por a partir de R$ 39,90 por mês. 

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