Quando o orçamento familiar aperta, normalmente, o primeiro recurso a ser cortado é o plano de saúde. Essa situação ocorre por uma miríade de fatores, mas a insatisfação com o serviço e os preços abusivos praticados pelas seguradoras certamente são itens de destaque.

O cancelamento de um serviço como esse, entretanto, traz novas preocupações para os pacientes, dentre elas, a fila de espera do SUS. Sem contar com a rede privada, pacientes não veem outra alternativa senão aguardar pelo atendimento público, que pode demorar anos.

Ao longo deste artigo, falaremos sobre a situação do SUS como um todo, além de apresentar a proposta do Clude para aqueles que desejam se ver livres das cobranças praticadas por planos de saúde, mas não querem depender da fila de espera do SUS.

Sistema Único de Saúde: quais os desafios para o Brasil? 

Aqueles que dependem do serviço público para algum procedimento já devem ter se questionado “como é possível diminuir a fila de espera para cirurgia do SUS?”. Isso acontece porque, ainda que o SUS seja uma importante ferramenta de políticas públicas de saúde, o atendimento clínico e cirúrgico pode ser demorado. 

De acordo com levantamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em 2019, o prazo médio para que um paciente tivesse atendimento era de um ano e quatro meses, ou seja 493 dias.

Dentre os fatores que contribuem para esse triste cenário, destacam-se a alta burocratização dos processos de admissão de pacientes e, claro, a alta demanda de procedimentos. Ainda segundo o mesmo levantamento, no período analisado, eram 315.134 solicitações de procedimentos, dividindo-se em consultas e cirurgias.

Fila de espera do SUS: o atendimento público em grandes cidades

Se, por um lado, as pequenas cidades sofrem com a falta de cobertura, grandes centros também passam por dificuldades. São Paulo, por exemplo, passa por um problema persistente quanto às longas filas para atendimento há vários mandatos e gestões.

Ainda que projetos tenham sido lançados nos últimos tempos, a demanda continua aumentando a cada ano. Em agosto de 2020, havia 457 mil pessoas na fila de espera.

A situação também parece piorar: entre janeiro e agosto de 2020, foram realizadas 53% menos consultas em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esses dados foram divulgados pela Prefeitura de São Paulo.

Quais as alternativas para quem não tem plano de saúde?

A aplicação de tecnologia nos processos médicos, como na medicina diagnóstica, por exemplo, não é nenhuma novidade, mas, nos últimos anos, ela tem ajudado médicos e pacientes também de outra maneira: por meio da telemedicina.

Ainda nos primeiros meses da pandemia, o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou o uso da telemedicina no Brasil. A medida, que há muito já era esperada, deu a médicos e pacientes novas ferramentas para agilizar o atendimento residencial, mesmo à distância.

Essa modalidade, que faz parte dos cuidados de prevenção ao vírus, pode ser uma solução permanente para diminuição do tempo de espera em longas filas.

Nós elencamos todas as alternativas para fazer um exame sem depender da fila de espera do SUS nesse texto em nosso blog. Confira também!

Por que o Clude é uma boa opção? 

O Clude é uma plataforma focada na prevenção e manutenção da saúde, por isso, oferece acesso a consultas, tanto presenciais quanto teleconsultas, a preços populares.

Além disso, assinantes da plataforma têm acesso a acompanhamento médico gratuito, 24h, na palma da mão, sempre que precisarem. Com o teleatendimento, pacientes podem conversar com o médico, receber receitas e encaminhamentos sem sair de casa.

A compra em farmácias e a realização de exames também têm desconto no Clude. Um hemograma, por exemplo, sai a R$ 6,57, enquanto um eletrocardiograma, R$ 18.

O Clude é a alternativa para quem não tem plano de saúde, mas quer manter a família amparada por um serviço de qualidade. Acesse nosso site e entenda melhor todos os benefícios que podemos te oferecer.