Remédios tiveram, por muito tempo, uma má fama entre pacientes e médicos. Muitos argumentam que tratamentos alternativos são o melhor caminho, mas essa pode não ser a melhor escolha em todos os casos.

Remédios de uso contínuo, é claro, têm a sua cota de efeitos colaterais, mas a verdade é que eles podem ser incríveis aliados durante o tratamento de diversas doenças. 

A consulta com um médico ainda é indispensável. Este texto, no entanto, tem por objetivo te ajudar a entender melhor como funciona o uso contínuo de remédios, evitando erros comuns em seu consumo.

Além disso, também falaremos sobre como você pode conseguir descontos substanciais na compra desses itens.

O que são os remédios de uso contínuo?

Quando um paciente recebe uma receita, é comum que nela estejam discriminados aspectos como o tempo de duração do tratamento e as doses a serem tomadas. O paciente pode necessitar de uma medicação, por exemplo, durante um período curto, longo ou indeterminado.

Dentro desse período, a medicação pode ser indicada para ingestão de maneira intermitente, com intervalo de dias a serem respeitados entre uma dose e outra; ou de maneira contínua, quando cada dose deve ser tomada todos os dias ou dentro de um intervalo de horas. 

Os remédios de uso contínuo, portanto, são aqueles que não demandam intervalos prolongados entre doses. A quantidade de cada dose e a duração do tratamento devem ser orientadas por um médico especializado.

Leia também: Quais são as principais diferenças entre as tarjas dos medicamentos?

Remédios de uso contínuo: principais dúvidas

O uso contínuo de remédios é bastante popular, mas isso não quer dizer que a prática não seja permeada por diversos questionamentos. Para ajudar, elencamos algumas das principais dúvidas sobre o assunto e, claro, suas respectivas respostas. Vamos lá? 

Posso interromper o tratamento por conta própria?

É comum que pacientes julguem, uma vez que os sintomas desaparecem, que não precisam mais do tratamento, mas isso não é verdade. 

Interromper o tratamento pode causar efeitos colaterais e uma piora significativa no quadro de saúde. Em qualquer caso, é importante seguir a orientação médica à risca, sobretudo quando o assunto é medicação de uso contínuo.

Preciso de receita para comprá-los?

Remédios do tipo, usualmente, são vendidos apenas mediante a apresentação ou a retenção da receita. 

Por isso, conversar com seu médico e agendar a renovação, mesmo que por meio de telemedicina, é extremamente importante para garantir que você não ficará sem sua próxima dose. 

E se eu esquecer de tomar uma dose?

Para que você não se veja nessa situação, discuta com seu médico o que fazer em tal cenário. 

Nem sempre a compensação de dose é efetiva para manter a ação do remédio no corpo, por isso, a orientação profissional é necessária.

Uma dose maior é mais eficiente?

É comum que pacientes pensem que uma dose mais forte é mais eficiente no combate aos sintomas. Essa concepção, no entanto, não poderia estar mais equivocada. 

Doses são cuidadosamente receitadas para otimizar a ação do remédio no organismo. Por isso, ajustar a dose por conta própria é sempre uma má ideia. Qualquer alteração nos sintomas deve ser discutida com o médico. 

Remédios genéricos podem ser de uso contínuo?

Usualmente, a composição de remédios genéricos e originais são parecidas o suficiente para garantir o mesmo resultado. 

No entanto, é sempre importante seguir a orientação médica e perguntar sobre a possibilidade de se usar um genérico, que geralmente é bem mais barato, mas pode agir de maneira diferente em cada caso. 

Outra maneira de conseguir desconto em remédios de uso contínuo é utilizando o Clude, uma plataforma de saúde preventiva ideal para aqueles que não têm plano de saúde. 

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