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O que é fome emocional?

Algumas pessoas acabam confundindo a fome com a vontade de comer, que na verdade, é denominada como fome emocional. Isso pode levar ao excesso de peso, a obesidade, além de outros problemas de saúde, como diabetes ou hipertensão.

Além disso, muitos indivíduos acabaram se tornando pessoas ansiosas ou até mesmo estressadas diante de certas situações do cotidiano. Essas emoções e sentimentos podem impactar negativamente no nosso comportamento e nas nossas escolhas alimentares.

O fato de não saber distinguir ou entender o comportamento de fome e de vontade de comer faz com que a pessoa acabe excedendo na quantidade de alimentos que ela precisa consumir diariamente. O “comer sem perceber” ocasiona um consumo em excesso e nosso corpo armazena isso como forma de energia e, consequentemente, favorece para o ganho de peso.

Por isso, é importante saber diferenciar esses sentimentos e treinar essa habilidade. A fome é uma necessidade fisiológica e a pessoa apresenta sinais como:

  • reações físicas como barriga roncando, dor de cabeça e mal-estar;
  • é uma sensação persistente, não passa enquanto não comer e pode se intensificar cada vez mais;
  • não é seletiva, ou seja, a pessoa come o que tiver disponível para ela consumir.

Já a vontade de comer, pode estar ligada ao psicológico. Algumas dicas para conseguir distinguir são:

  • a pessoa não apresenta sinais ou reações físicas igual a fome;
  • é uma sensação passageira, geralmente quando a pessoa se distrai, ela passa e não se intensifica;
  • é muito seletiva, ou seja, a pessoa tem vontade de comer alimentos específicos como, por exemplo, quando alguém fala ou pensa “nossa, que vontade de comer um chocolate”.

É importante saber identificar isso e quando estiver com fome, comer sem julgamentos. Se alimentar é uma necessidade para manter o bom funcionamento do organismo e passar por longos períodos com fome, pode acarretar prejuízos ou deficiências nutricionais.

Se identificar que na realidade está com fome ligada ao emocional, procure relaxar, respirar e pensar: “será que estou com fome mesmo ou é uma vontade passageira?”.

Se distraia fazendo outras tarefas que você gosta de fazer, como ler, assistir uma série ou brincar com seu pet. Tente manejar essa vontade para outras tarefas e foque em outras coisas.

Procurar conforto no alimento ou acabar escondendo os problemas através dos exageros alimentares não trará resultados e não ajudará. Então, saiba identificar essas duas sensações e acima de tudo saiba como agir quando alguma delas chegar. Dessa forma, você irá conseguir suprir suas necessidades, obter resultados e não apenas ter um conforto e alívio em momentos de ansiedade ou estresse.

Importante também ter um acompanhamento de um profissional psicólogo caso aconteça com muita frequência. É preciso entender os gatilhos que estão gerando a fome emocional e tratar de forma individualiza

Mirelle Marques

Mirelle Marques

Mirelle é Nutricionista formada em 2018, especialista em Nutrição Clínica e Esportiva. Atua com atendimento nutricional focado em emagrecimento, qualidade de vida e melhora da performance esportiva. É apaixonada pela área da saúde, esportes e alimentação.
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